Rules for whom don't think

RULES FOR WHO DON'T THINK: IF YOU DON'T LIKE WHAT I HAVE WRITTEN HERE: DON'T COME YOU HERE! EASY LIKE THIS!

Tuesday, October 17, 2006

Quando julgo...

Eu prometi fotos? Ok! Eu volto com fotos. Mas deixa eu desabar aqui uma coisinha que tá me corroendo hoje? Vai, leia ai como se fosse uma boa comadre me ouvindo enquanto tomamos um suco de laranja!
O olho do espírito em parte nenhuma pode encontrar mais deslumbramentos, nem mais trevas, do que no homem, nem fixar-se em coisa nenhuma, que seja mais temível, complicada, misteriosa e infinita. Há um espectáculo mais solene do que o mar, é o céu; e há outro mais solene do que o céu, é o interior da alma.

Hoje, em vários sites e posts que andei, (ainda nem comentei em todos eles), encontrei assuntos, temas, referências que mexeram comigo. Talvez porque eu já tenha acordado emocionalmente ligada a este assunto, que seja, o importante que senti ainda mais vontade escrever.
Questionar talvez - não sei: Mas de onde será que aprendemos tanto essa coisa de julgar as pessoas?

Por que isso se tornou tão fácil ao ser Humano? Quando começou??? Quem teria sido o primeiro ser, ou grupo a ser julgado???
Será que... ? Ah! Eu penso que foi no Período Neolítico...pois foi ai que o homem se dividiu e instituiu grupos, famílias e fez a divisão do trabalho.
Para fazer isto, ele precisou julgar, certo? Precisou separar quem tinha habilidades de caça, desenvolveu o senso de beleza nas pinturas que fazia, definiu quem cantava melhor, quem andava mais erguido... e quem faz isto melhor.... e quem faz aquilo melhor...Quem é assim...Quem não é assim... E AÍ, "DANOU" A HUMANIDADE.

Provavelmente Sócrates diria que o primeiro homem a ser julgado teria sido - o primeiro homem a sair da caverna e ai consequentemente, julgadores os demais que nela permaneceram - mas Sócrates, tu fizeste um Mito! Convenhamos, eu não inventei o Período Neolítico!.
E não me julgues só porque em relação a você, grande filósofo que é, sou eu uma mera jovem feliz encrevendo em um Blog.

Então assim, com todo o meu respeito a Sócrates, eu volto a julgar que a culpa de todos os julgamentos humanos começou sim no Período da Pedra Polida. Que lascou a humanidade. Não confunda com o Período da Pedra Lascada. Até aí, só a pedra era lascada!

Mas da polidez da pedra ao mundo hoje, lido nos jornais e blogs da vida:
Bush julga todos os Muçulmanos Terroristas
I’m The Decider

- A sua vizinha acha (é...o achar muitas vezes é um julgamento desfarçado) que a sua blusaLaughing 1 é brega - TSE julga viável fusão partidária para superar cláusula... - Question Mark

- Sociedade julga que a guerra é justa porque houve invasão do Direito Positivo...hã?! Recoil
- Mulheres Brasileiras são vistas (mais um sinônimo para julgar) como "fáceis" (palavra alterada, aqui é um blog de família, uai sô!!!) e interessadas apenas em dinheiro e vida fácil no Exterior. Carnival

Enfim... Quando julgo e quando sou julgada, nada mais sou que igual a você e todo o mundo, todos os dias. E me questiono se isso começou em uma "Era" ou espaço de tempo...por pura brincadeira!!. Porque o que temo, e um temor que me dói, é que isso esteja lá! Lá...na Alma!

E por isso escolhi Victor Hugo para este Post. Pois acho que a sua visão da complexidade da "mente" humana, deveria nos servir de alerta! Mesmo quando nos refutarmos que nossos julgamentos e opiniões estão baseados sobre atos praticados pelas pessoas as quais julgamos, pois bem alerta Vitor Hugo, atos podem ser originados a partir de pensamentos que nascem do turbilhão que é a consciência humana. Portanto, julgar, quando necessário for, deve ser ato de razão, mas sempre regido pelo sentimento maior da compaixão!





2 comments:

Lu OlhosdeMar said...

mandou bem, Vi. esta coisa de julgar os outrosa... macaco senta no rabo e fala dos outros. q coisa feia! beijosssss

Ines said...

Vi - zinha!!!
É por isso que vive melhor quem não liga para o que pensa os outros!!! Desde a adolesc~encia que eu sofro muito com isso... as pessoas e até meu pai sempre dizeram que eu sou uma pessoa muito aberta... e isso dá direito que as pessoas falem de mim... Nunca concordei com isso. Tentei mudar e depois parei e disse: -Sou eu que estou errada de ser eu mesma? Sou eu que estou errada de ser sincera e sorridente? Sou eu que estou errada em gostar de tocar, beijar e abraçar meus amigos? - De qualquer forma, ninguém conhece mais nossas intenções do que Deus, e para ele que eu devo satisfações da minha vida. Então passei não ligar mais. Aqui na França, graças a Deus, nunca sofri de preconceito, mas na SBM já! E várias vezes! E de pessoas que nunca imaginei. Gerentes, pessoas importantes já viraram para o Philippe e perguntaram: você vai CASAR com ela? Mas ela não não é uma mulher para casar é??
E eu continuo deixando para lá... E nunca fui tão feliz na minha vida!!!
Beijos amiga!!!!!!