Rules for whom don't think

RULES FOR WHO DON'T THINK: IF YOU DON'T LIKE WHAT I HAVE WRITTEN HERE: DON'T COME YOU HERE! EASY LIKE THIS!

Monday, April 28, 2008


Continuamos da véspera: Parte II - O sufoco!!! (ôh você acha que acabou??)

Dia anterior a Cerimônia: Como nossas famílias moram distantes, decidimos fazer um jantar em casa para nossas famílias e padrinhos que eram de Macaé. Assim a família de Herman deixou o hotel mais cedo e foram lá para casa passar o dia com ele e aguardarem para o jantar. A minha família como estava chegando aos “pouquinhos” iam para a Pousada e depois vieram somente no horário do jantar. Até ai não parece bonitinho???

Tudo certinho? E até tava... quem estava em casa, curtia a piscina...



Relaxavam no spa...








Tiveram almoço (almoço de Holandês é fácil para fazer na véspera do casamento...pelo menos isto).

Levei minha sogra e tia de Herman para o salão.do Bairro mesmo, depois saí para pegar Passaporte na Polícia Federal com a amiga Inês, e neste decorrer de tempo, uma boa parte da minha família chegou ...fui vê-los na Pousada e ai....




A reviravolta...

...um sereno leve começa a cair sobre a cidade! Consequentemente no Bairro... e ... em casa!

Ok vou e volto da Pousada sob o leve sereno que já não tava ficando tão leve assim...Herman já estava: Ai! Tá chuvendo um pouquinho não é?!...(Holandês + chuva + noiva com cara de “O que fazer” = não há muito que se falar)

Mas nem tudo ainda é breu!

O pessoal da cozinha já chegara, a comida já quase pronta a ser servida – Abre-se parenteses (Excelentes profissionais) fecha-se parenteses. Deliciosa!!! Perfeita. Hum deu àgua na boca de lembrar. Espero que alguém possa confirmar aqui. A casa tava arrumada, tínhamos mesas para todos na varanda, toalhas festivas nas mesas, arranjos de flores, casa aberta!!!...E... FECHA-SE um belo temporal!!! Mas muita chuva mesmo! Vento!!!




Como ventava....trovoava e molhava tudo! Não suficiente – acabou a energia.

E ai amontoa-se todo mundo dentro de casa, espalha-se umas velas onde dava...liga-se algumas luzes de emergência, e tentamos acomodar como podíamos e servir-se a meia luz no ínicio quando ainda tinha-se uma fase de energia e depois tudo no escurão mesmo. Aqui uma foto de quando ainda se tinha uma fase só da rede elétrica


Bom não dá para relatar a bagunça que era em detalhes... gente atrasada por causa da chuva, gente com fome esperando, gente chegando e sem conseguir sair do carro de tanto vento e chuva ai ai...

Ok, e como estavam os noivos neste momento de muita chuva e véspera do casamento??? Vão imaginando ai...

Mas para o fim, termina-se o jantar, ainda com chuva e escuro, família de Herman cantam na mesa da sala, povo saindo, meu amor leva a família para o Hotel, minha família vai para a pousada, ficando eu e Nanda (uma das floristas) no escuro fechando as portas.

O que posso dizer, é que 00:30 da manhã do dia 28 – dia do casamento, horário quando a energia voltou, “muá” se retorcia de fome na cama – Pensa gente: primeiro: Almoço como tive, não me sustenta! Preciso de arroz hehe e na bagunça: pega sombrinha para descer alguém, procura mais velas, ajuda alguém a se achar no escuro... eu não jantei! Gente a vontade que eu estava era suficiente para eu – preguiçosa - descer e esquentar janta na madrugada. Assim começei o dia do meu casamento. COMENDO!!! Foi uma das primeiras coisas que fiz.

Herman, após sair apagando as lâmpadas da casa, que haviam ficado ligadas e que com a volta da energia na madrugada pareciam um palco de holofortes, ao final, deu por minha falta e me pegou comendo na madrugada...hehe deve ter tido um daqueles momentos: Ai meu Deus, olha com quem o Senhor tá me deixando casar.... heheh

Ainda nesta noite – de temporal – tinha-se pessoal para chegar nos hoteis, casas de amigos: Minha amiga Mariana de São Paulo, havia passado por algumas fatalidades e somente pôde saber que poderiam ir, na tarde da sexta-feira. Assim tinha-se eles viajando naquele temporal todo para lá.

Mari e Luis, nós somos tão gratos da presença de vocês. Sabemos do que passaram para decidirem irem. E nossa gratidão não dá para expressar em palavras.

Carina estava para chegar do México na madruada no Aeroporto do Rio e assim vai-se dormir com estes pensamentos... mas pelo menos com a barriga cheia agora.

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