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Tuesday, February 26, 2008

Homem de TPM

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Seria TPM? ...rs


Thursday, February 21, 2008

Em um retorno para casa no meio da semana...

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...chegando ontem, de malas na mão, assim que abrimos o portão, ouvimos um grunhido baixinho, e deparamos com um mínimo filhotinho de gato.

Pavorosa geral. Joga as malas no chão, começa a procura dentro de casa se a dita mãe teria dado a cria em algum lugar. Concluímos que com as janelas da cozinha fechadas, ela não poderia ter entrado. Daí pensamos: a mãe dele, ou alguém o abandonou. O portão tem uns buracos que dá para gatos entrar...mas alguém também poderia ter colocado. Mas se estava abandonado, deveria estar com fome e frio.
Um pega um pano para aquecê-lo - outro vai atrás de uma mamadeira velha que alguém deixou aqui - enrola gatinho - aquece leite - descobre que a mamadeira é muito grande para ele - ( filhotinho ainda nem desgrudou os olhos) Marido usa umas de suas teorias e vem com um tubo de caneta - e ai nesta segunda tentativa, mais a percepção de que o filhotinho nem está com fome... ouve-se um segundo grunhido/miado!!! Era mais forte, o que fazia deduzir ser gatinhos um pouco mais velhos que o filhote que tenho em mãos.

Dado que já vimos um coelhinho que uma vez passeou de Rio das Ostras até a porta de nossa casa, sem que o dono soubesse, meu amado intuitivamente abriu a tampa do motor do Pajero e depois de muita busca entre as peças e vagos do motor, surge o primeiro par de olhinhos entre os recortes do motor!!! ... e ai com uma olhada mais atenta, vê-se mais um par de olhinhos assustados, e mais um par!!! Até agora você contou seis olhinhos assustados? Então acrescente ai, mais quatro olhinhos assustados porque no total eram 05 gatinhos brincando de aprendizes de mecânico!





Então quem achava que tinha um problema com um filhotinho *abandonado (nós pensávamos assim por volta das 7:00 da noite) nas mãos, tinha agora mais 05 pequenos travessos problemas no motor do carro.




Para contar o que se desenrolou das 19:00 até as 23:00 horas da noite:
- Descobrimos que do outro lado da Rua, tinha um gato, (o que deduzimos ser o pai ou lider dos demais) que foi morto por um carro;
- E escondido debaixo do carro do vizinho, uma gata mãe, que olhava o gato morto como que velando ele; devido que tinha uns garotos fazendo barulho com seus patinetes, e entre os carros que passava pelas as ruas, ela ameaçava sair, ora para ficar perto do gato falecido, ora em direção ao nosso portão de casa - no fim, voltava amedrontada para seu esconderijo;
- Em um dado momento, ouviu um miado forte, e saiu em direção a outra esquina. Alguns minutos depois voltou acompanhada de mais uma gata.
Sabendo assim que o mais pequeno dos filhotes, que ainda de olhos grudados estava vivendo uma aventura daquelas, mas não havia de todo sido abandonado, coloquei ele na parte de fora da calçada.
Meio problema resolvido!! A segunda gata que apareceu, era a mãe! Pegou o bichinho com a boca, e correndo mais que Barrichelo (Ok não foi uma boa referência) mas ela correu o suficiente para assim que dobrou a esquina com o pequeno rebento na boca, eu não ver para onde o levou.

- Em meio a isto, e após a isto, varias tentativas cuidadosas com os bichinhos, e frustradas de tirar os pequeninos de dentro da área do motor se desenrolava: Buzinadas, mangueira com água, presunto picado, leite no pires, panos na mão - nada. Eles se sentiam protegidos lá dentro.

Então casal com 05 gatos no motor, com malas por desfazer, com vontade jantar, dá uma pausa para banho, coloca câmeras ligadas para ver o que se desenvolvia na garagem, deixa portão aberto, na esperança que "mamãe gata" entre e chame filhotes para retornarem a casa deles. Um fica de vigília, outro vai para o banho se alternando no trabalho de manter os olhos no vídeo para saber se os cinco gatinhos mecânicos deixam sua fixação pelo o motor do carro.

Depois de um longo tempo, 04 gatinhos mais corajosos, ou famintos, saem para o lanche deixado na garagem fora do motor. Dois deles atravessam o portão após a refeição e aí o destino dos dois não se conhece após cruzarem o portão. Mas dos outros dois, agora alimentados sabe-se bem, eles retornam para junto do gatinho preguiçoso ou mais afixionado pela profissão de mecânico e para o seu novo porto seguro e brinquedo interessante: o motor do Pajero.

Resolvemos ir ver de perto novamente o que eles fazem agora: Ainda há 03 gatinhos por lá em um recanto do motor, estão sonolentos. As mãos não os alcança.

Mas não há outro jeito, é preciso tirá-los de lá... e quem garante que os bichanos irão sair por conta própria no dia seguinte também quando o marido precisa do carro para ir trabalhar?!
Certifica-se a posição dos bichanos distante das correias, me posiciono para ver que ao saírem do motor, a roda não os pegará.

Só resta agora ligar o motor. Nada! Os 03 bichanos não se moveram. Movimenta-se o carro em ré: o primeiro sai!
Gritos de cuidado, freada e um está fora a salvo. Continua em ré e o segundo também sai. Mais alguns movimentos de ré e freadas e o último fora. Os 03 com vidas e fora do motor.
Ufa!! podemos ir jantar! e na volta é só pensar nas alternativas para que não voltem a pensarem que são mecânicos de novo.


Era noite de eclipse! Um gato acidentado na rua, duas gatas atordoadas, um filhote recém nascido na garagem, 05 gatinhos no motor do carro uma senhora história para tirá-los de lá.

Friday, February 15, 2008

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Um ano depois da morte de João Hélio, pacote de segurança não saiu do papel no Congresso

Publicada em 15/02/2008 às 12h14m
Ruy Sampaio - O Globo Online

Manifestação pela paz e contra a violência - Arquivo

RIO - Um ano depois da comoção nacional provocada pelo martírio do menino João Hélio no Rio de Janeiro e da mobilização no Congresso para endurecer o Código Penal, pouca coisa mudou. A Justiça fez sua parte, condenando os criminosos que arrastaram o menino de 7 anos preso ao cinto de segurança. O menor cumpre medida sócio-educativa e está perto de conseguir a liberdade, reacendendo o debate sobre a idade penal .

Assim como aconteceu quando uma facção criminosa aterrorizou São Paulo, há dois anos, governo e parlamentares se uniram para apressar a votação de uma série de propostas que dormiam nas gavetas do Congresso, e tentaram, aproveitando o clamor popular, modificar leis que vigoram desde a década de 40 . Mas a tramitação é lenta e pouca coisa virou lei. A pergunta que se impõe é se esse tipo de iniciativa, de tentar aprovar pacotes de medidas enquanto o assunto ocupa espaço na mídia, funciona. Especialistas em segurança pública e parlamentares ouvidos pelo GLOBO ONLINE acreditam que não.

Apenas dois projetos do pacote viraram lei. O que torna falta disciplinar grave a utilização de celular pelo preso, e o que dificulta a progressão de pena para regimes semi-aberto e aberto no caso de crimes hediondos. Das 23 propostas de combate à violência, dez estão na Câmara e 13 não tiveram a tramitação concluída no Senado.

" Lideranças e políticos aproveitam os momentos de comoção para capitalizar em cima da repercussão que esses casos têm. "

O cientista político e professor da Uerj João Trajano Sento-Sé, estudioso da segurança pública, admite que sequer recorda das propostas contidas no pacote enviado ao Congresso. Segundo ele, essas medidas em geral são conservadoras e feitas em cima de assuntos que causam comoção na sociedade e mobilizam a mídia:

- É mais do mesmo. Com boa intenção ou para dar uma resposta à sociedade, há um volume grande de iniciativas nesses momentos, mas em geral elas são pouco pensadas e não são consensuais. Lideranças e políticos aproveitam os momentos de comoção para capitalizar em cima da repercussão que esses casos têm - adverte João Trajano.

A cientista social Sílvia Ramos, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec) da Universidade Candido Mendes, lamenta:

- Quando houve o crime (contra João Hélio) ficou a esperança de que a sociedade reagiria, após fato tão dramático. Infelizmente, não foi o que se viu. O quadro é muito melancólico.
Demóstenes lamenta que seus projetos estejam parados na Câmara - Roberto Stuckert Filho/O Globo

A pesquisadora concorda com a opinião de João Trajano sobre o uso político de uma tragédia de grande repercussão na sociedade:

- Apenas a Justiça fez seu papel, julgando e condenando os responsáveis pela morte do João Hélio em tempo recorde, com penas justas e adequadas. O saldo do governo e dos parlamentares é muito negativo. As propostas surgidas, boas ou ruins, não foram analisadas com cuidado, como deveriam ser. Tem aquela mobilização inicial, mas um mês depois não se faz mais nada, até a tragédia seguinte - afirma Sílvia.

A cientista social do Cesec acredita que o tema segurança pública é muito explorado em anos eleitorais:

- Infelizmente, a segurança pública é muito explorada pelos políticos. É um show a cada eleição ou a cada nova tragédia. Tanto o Legislativo como o Executivo fazem uso nocivo e deletério da segurança pública. Ela acaba sendo usada como espécie de barganha política - critica Sílvia.

" É um show a cada eleição ou a cada nova tragédia. Tanto o Legislativo como o Executivo fazem uso nocivo e deletério da segurança pública "

Os próprios parlamentares admitem que o pacote de segurança não andou no Congresso. Oposicionista, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), é autor de quatro projetos do pacote aprovados no Senado e parados na Câmara:

- Não anda, não. Na hora do acontecimento cria-se uma polêmica, mas a política do governo é tratar o crime tendo como questão única a pobreza. Muita coisa precisa de mudança na Constituição, muita coisa é cláusula pétrea, é difícil mexer. No Senado passa, mas na Câmara é difícil aprovar, porque os deputados são subordinados ao governo, que é contra - ressalta Demóstenes.

O senador do DEM pede que a as penas para crimes hediondos sejam mais graves. Segundo ele, em outros países quem comete um crime não fica menos de 20 anos na cadeia.

- Aqui é o que se vê - diz.

Antonio Carlos Biscaia, secretário nacional de Segurança Pública, também é contra os "pacotes de segurança":

- Esse episódio atingiu a todos nós pela crueldade e deixou a sociedade indignada, mas as tentativas de solução no campo legislativo não funcionam. Sempre que existe um fato que causa comoção, como o rapaz que entrou atirando em uma sala de cinema de um shopping de São Paulo, o episódio do ônibus 174 e o caso do menino João Hélio, cria-se um pacote de projetos, mas nada avança. É feito no calor dos acontecimentos e depois cai no esquecimento - admite Biscaia.

O secretário listou projetos contidos no pacote de segurança que considera importantes para tornar mais justa a relação dos criminosos com a Justiça: o que modifica os prazos prescricionais, para dar mais celeridade e reduziu o retardo da Justiça, o que impede o livramento condicional em casos de reincidência de crime, e o que considera falta grave a utilização de celular em penitenciárias, mas acredita que o Pronasci (o programa de segurança do governo federal) contempla medidas mais amplas. Biscaia, que apóia uma revisão no procedimento para o júri, que considera arcaico, decreta:

- Hoje, a impunidade é regra!

" Do João Hélio para cá quantas crianças morreram nas favelas e nada se fez? "

Sílvia Ramos lamenta que a comoção nacional só ocorra quando a vítima é alguém da classe média:

- Do João Hélio para cá quantas crianças morreram nas favelas e nada se fez? Ninguém sabe o nome dessas crianças, de onde vieram, o que os pais estão passando - lamenta.

Leia Mais:

Projetos de segurança apresentados e sua tramitação no Congresso

Wednesday, February 13, 2008

Acabou o Carnaval???

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E será que o ano começou finalmente no Brasil? O Carnaval passou!?

Agora tudo volta. A Burocracia também. Principalmente pelo o meu caminho! Mas eu não vou desistir!!!

Afinal, há coisas piores que nunca foram e já estão de volta...infelizmente. Aqui e acolá.

Wednesday, February 06, 2008

Série: Neurônios no Carnaval

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E dai...eles voltaram?

Ainda não...Mas quem está preocupado com isto se o marido tá fazendo "Nasi" - receita da Indonésia que se tornou popular na Holanda. Nasi Goreng, basicamente é arroz temperado com diversos ingredientes, entre eles carne suína ou frango, legumes (mais ou menos tudo que tem na geladeira) molho de soja, sambal, omelete (e mais coisas da geladeira...rs)
- Eita que Dy deve conhecer! É forte e cheira bom! E quem engorda? Euzinha né!

E a foto, é passando o tempo com os vizinhos no Carnaval. Vizinhos vocês são 10 em alegria!

Tuesday, February 05, 2008

Neurônios na Avenida...

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E os neurônios cairam no samba e deixaram o blog a ver navios?

Quase!
É a preguiça do Carnaval.
Chuvinha fina...casa para arrumar.
Marido em casa!E ainda cozinhando??? Eita!

Mas bom Carnaval para todos!

Vi & Herman




Name: Virginia Marcia Rodrigues
From: Por aqui e por ai - Agora no Rio - Mas sou de Minas!, De volta ao Brasil - quase estacionando, Brazil
About me: Vi, alguém feliz! Que diz o que pensa mas assume suas consequências! Sou de escorpião...rs Sou uma pessoa que aprendeu muito com o amor. E o melhor, aprendi a ser feliz. Venho da roça! Na roça passei minha adolescência e na roça aprendi muito também.


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